O primeiro livro impresso foi a Bíblia, através da prensa inventada por Johann Gutenberg em 1450 , tornando possível a impressão de livros e a conseqüente transmissão e conservação de idéias. Desde então, a humanidade pode conhecer reinos distantes, histórias fantásticas, poemas que fazem a alma estremecer, horripilantes contos ou obras deliciosas de ler, como as de nosso Machado de Assis.
Até meados do século XV, as notícias eram difundidas por via oral, por carta ou anúncios públicos. Somente no século XIX os primeiros jornais eram publicados nas Américas, devido sobretudo à Revolução francesa que transformou a imprensa no principal veículo de instrução e reinvidicação política, entretenimento e cultura geral.
As publicações em papel sempre foram de altos custos e sujeitas à censuras diversas, portanto natural que houvesse um editor responsável que verificasse a veracidade dos fatos e a coerência das idéias apresentadas. No século XX o surgimento da internet permitiu a propagação rápida e a custo mínimo de informações e notícias. Houve uma mudança brusca nos modos de transmissão de informações, pois trocar um “tipo” uma letra, era processo demorado e custoso, enquanto hoje é são mover o cursor do teclado e toda a frase se transforma e muda de sentido.
Entretanto, é importante que observemos a qualidade das informações que hoje nos são repassadas pela internet. Inúmeros e-mails falsos são enviados mundo afora pedindo ajuda, predizendo catástrofes, divulgando avisos, e tantos outros que são irreais e muitas vezes contendo vírus que infectarão seu computador ou a sua mente. É fácil verificar, bastando copiar o assunto da mensagem e pesquisar no Google ou Bing, certamente resultará em informações relevantes, as quais nos ajudarão a poupar o tempo de nosso querido correspondente de e-mail.
O fato é que necessitamos de fontes verídicas, com credibilidade, para adquirirmos conhecimento.
Particularmente, odeio aquelas correntes de frases sinistras, manjados pedidos de confirmação de conta para receber e o mais horrendo é aquele: veja o que fizeram com suas fotos.
Alguns podem até não gostar, mas gosto de publicações vistas por um editor, com informações analisadas e verdadeiras, tal qual gosto de música de estúdio, pois “ao vivo” só se eu estiver presente.
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